A nova engenharia que está mudando o monitoramento hidrológico no país
Eventos extremos já não aparecem como exceção estatística, tornaram-se parte do regime climático brasileiro. Chuvas mais concentradas, bacias de resposta rápida, enchentes repentinas. Diante desse cenário, a engenharia hidrológica precisou mudar de postura: deixar de apenas registrar o que acontece para atuar enquanto acontece. Este é o ponto de partida das redes de missão crítica, que surgem como um novo patamar de operação para estados e municípios.